Estou participando de um congresso, que tem duração de quatro dias, no qual é servido um café da manhã espetacular: pão de queijo, bolinho de queijo, coxinha, sanduíches de queijo e salame, mini sonho, bolo de cenoura com cobertura de chocolate, bolo de côco e mais outros bolos que nem sei, além de frutas, sucos e iogurtes. Além disso, há uma tradição de eu e um grupo, que sempre participa, irmos almoçar em um restaurante vegetariano que é uma loucura: preço único, coma à vontade, incluindo suco natural e sobremesa (hoje tinha uma torna de nozes, entre outras coisas). Tudo nesse restaurante é delicioso. Muitas tortas, muita massa, muito queijo e, claro, muitas verduras e muitos legumes.
Com isso, lembrei-me de uma vez em que minha mãe, em um ataque de criatividade, tentando convencer meu irmão a não comer muito (ele é magro!), disse que ele devia pensar em uma determinada comida, no caso era uma lasanha, como algo que ele não gostava e dizer: não, obrigado, eu não gosto disso!!!!, que ele ia acabar deixando mesmo de gostar (Acho que é o tal "pensar magro!"). Na época meu irmão era bem mais novo, adolescente acho, e mais do que depressa ele retrucou: Deus me livre, eu não quero deixar de gostar de lasanha. Já pensou??Disse para mim mesma, isso é que é pensar gordo. Na verdade pensar gordo ao cubo. Eu gosto de lasanha, sou compulsivo por lasanha e não quero nem vislumbrar a possibilidade de deixar de gostar de lasanha... O mesmo fiz eu hoje. E amanhã??? Depois e depois de amanhã?????
Vou continuar na luta contra mim mesma, sempre em frente, um dia de cada vez, mas ainda pensando gordo, e, algumas vezes, sucumbindo a esse pensamento!!!!!

